Setores · Saúde
A glosa começa numa assinatura que faltou.
01
Receita negada por um papel que existiu
Faturamento e diretoria
A operadora não glosa porque o atendimento não aconteceu. Glosa porque a instituição não consegue apresentar o termo, a autorização ou a guia com a assinatura no lugar certo, dentro do prazo do recurso. O documento existiu — o hospital só não consegue mostrar.
Hoje
O termo é assinado no balcão, digitalizado quando dá e arquivado numa pasta que uma pessoa sabe abrir. Quando o faturamento precisa do documento de um atendimento de dois anos atrás, a busca é física. O prazo do recurso é contado em dias.
Com a ForSign
Cada documento tem endereço, estado e trilha. O faturamento acha o termo pelo nome do paciente, pelo identificador do atendimento que veio do sistema hospitalar ou pela etiqueta da operação, e leva o pacote inteiro com “Baixar todos os arquivos”: PDFs assinados, trilha de auditoria, anexos e o CSV dos formulários.
E a operação não fecha com assinatura faltando
Ou todos os participantes assinaram e o documento finaliza sozinho, ou o gestor finaliza na mão — e a trilha grava quem decidiu, quando e com quais assinaturas. Operação com prazo expira sozinha em vez de ficar aberta esperando alguém lembrar.
02
A auditoria pode ser feita sem depender da TI
Qualidade e acreditação
Certificação de excelência cobra rastreabilidade, gestão por indicador e melhoria contínua — e as três só existem sobre registro que se recupera, se conta e se audita. Na prática, a ONA nível 3 é o caso claro: o processo precisa ser demonstrável, não lembrado. O papel entrega uma pasta e uma memória.
A ForSign não faz a acreditação da instituição. Ela entrega a prova que o processo de acreditação pede sobre cada documento assinado — e entrega num formato que o auditor abre sem depender de ninguém.
- Dossiê em PDF Um documento por operação, assinado digitalmente pela ForSign com certificado ICP-Brasil, com cada passo de cada assinante.
- 101 tipos de evento Envio, abertura, verificação, assinatura, recusa, anexo aprovado, prazo alterado. Cada um com IP, dispositivo, geolocalização quando autorizada e horário.
- Validação pública Com o link de acesso, é possível conferir o arquivo na página pública da ForSign, sem conta e sem login. O auditor não abre chamado para ver a prova.
- Verificação por participante A instituição define o ritual de segurança: selfie, CPF na Receita, prova de vida ou biometria facial — e ajusta por participante.
03
Duas assinaturas, duas naturezas, um PDF
O paciente assina eletronicamente onde estiver: no celular, no leito, no notebook, sem obrigar uso de certificado. O médico assina com certificado ICP-Brasil, porque o conselho e o processo exigem. A maior parte das plataformas obriga a escolher uma das duas para o documento inteiro.
Na ForSign o tipo de assinatura é por participante, não por operação. Dez tipos convivem no mesmo PDF — o que muda é o que cada assinante faz no link e como a assinatura aparece na página. Ninguém precisa criar dois documentos nem juntar os dois depois.
O corpo clínico assina com certificado em nuvem, BirdID ou VIDaaS, pelo próprio celular — sem token e sem extensão no navegador. Quem tem muito documento parado entra no portal de assinaturas pendentes, autentica uma vez e assina tudo o que está esperando por ele, na ordem em que vence.
1ª
Paciente ou responsável
Eletrônica — desenho, texto ou um clique
assinado no celular, sem conta
2ª
Acompanhante ou testemunha
Eletrônica — um clique
opcional, definido na operação
3ª
Médico
Certificado ICP-Brasil — em nuvem ou A3
PAdES embarcado no PDF
04
O tempo perdido está no papel, não na consulta
Recepção, leito e corpo clínico
O tempo médio de atendimento não sobe por causa da consulta. Sobe na fila da impressora, na explicação do termo no balcão, na conferência da carteirinha, na digitalização e no arquivamento — tudo o que acontece antes e depois de alguém cuidar do paciente.
-
Antes de chegar
O termo já vem assinadoO link vai por e-mail, SMS ou WhatsApp junto com a confirmação do agendamento. O paciente lê com calma, preenche o formulário com CPF e data validados na hora e envia documento com foto e carteirinha pelo mesmo link. A recepção aprova ou recusa com motivo antes de ele sair de casa.
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No balcão ou no leito
Todos no mesmo aparelhoQuem chega sem ter assinado entra numa operação marcada como assinatura presencial: os participantes assinam no tablet do atendimento, um depois do outro, sem receber link nem código. Mesma criptografia, mesma trilha.
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Depois
Devolução automática para o sistemaO assinado volta sozinho para o sistema hospitalar — pelo módulo Tasy, pelo Monitor ou por webhook. Ninguém digitaliza, ninguém nomeia arquivo, ninguém guarda pasta.
Como o documento chega e volta
Monitor
Agente instalado na rede da instituição, sem mudar o sistema que já existe. Cada termo novo do prontuário ou do sistema de gestão vira uma operação e, ao final, o assinado volta para o mesmo lugar de onde saiu.
MonitorAPI e webhooks
Se o hospital tem time de TI, a API pública conecta a ForSign ao sistema e avisa quando o termo é assinado. Para um processo próprio, como o agendamento de exame, um Mini App roda dentro do app da ForSign.
API e desenvolvedoresA ForSign integra o Informatics Partner Ecosystem da Philips com foco na assinatura do paciente.
Quem já assina com a ForSign neste setor
Perguntas frequentes
- O paciente precisa ter conta na ForSign ou certificado digital?
- Não. Ele abre o link e assina com desenho, texto ou um clique, conforme o tipo definido para ele. Certificado digital é uma opção por participante, para quem a instituição exigir.
- E o médico, precisa de token e extensão no navegador?
- Só se ele quiser usar o certificado A1 ou A3 que já tem instalado — e nesse caso ele precisa ser o último da ordem de assinatura. Com certificado em nuvem, BirdID ou VIDaaS, ele autentica pelo celular e assina sem token, sem extensão e sem restrição de ordem.
- Assinatura presencial significa que os dados ficam dentro do hospital?
- Não. Assinatura presencial é o modo em que todos os participantes assinam no mesmo aparelho, na frente do atendente.
- Como o documento assinado volta para o sistema do hospital?
- Pelo Tasy, o próprio módulo devolve o pacote com os PDFs, a trilha e as evidências de cada assinante. Pela API, os webhooks avisam a conclusão e o documento é baixado. Pelo Monitor, o assinado é gravado numa pasta ou numa tabela do banco. No app, “Baixar todos os arquivos” traz PDFs, trilha, anexos e o CSV dos formulários.
- A ForSign ajuda a instituição a conseguir acreditação?
- A acreditação é do processo da instituição, não da plataforma. A ForSign contribui entregando a prova sobre cada documento assinado: o dossiê em PDF com a trilha, os eventos com IP, dispositivo e horário, e a validação pública que o auditor abre sem conta. É a parte que costuma faltar quando o registro é de papel.
- O termo assinado vale juridicamente? E os dados do paciente?
- A validade tem base na MP 2.200-2/2001 e na Lei 14.063/2020; o PDF final é assinado digitalmente pela ForSign com certificado ICP-Brasil e acompanhado da trilha. A plataforma trata nome, e-mail, telefone, IP, dispositivo e geolocalização quando autorizada; selfie e CPF só entram se a instituição ativar o antifraude. Veja o artigo sobre validade jurídica na central de ajuda: assinatura eletrônica pela ForSign tem validade jurídica.
Do blog
Monte o fluxo do termo com a ForSign
Conte como o termo chega ao paciente hoje — no balcão, no leito ou pelo prontuário — e qual documento mais volta glosado. A gente mostra a operação pronta, com o link do paciente, a assinatura do médico com certificado e a integração de retorno com o Tasy ou o sistema que seu hospital usar.



